WoW é o novo projeto cultural sobre o vinho em Gaia

Foto: WoW Gaia

World of Wine (WoW) é um projeto que compila a história do vinho português, do ritual dos copos e da indústria da cortiça. Na próxima sexta-feira, dia 31 de julho, é o grande dia de abrir portas, ainda em tempos de pandemia.

O WoW está instalado nos antigos armazéns da Croft e da Taylor’s, na encosta da zona história de Gaia, o que proporciona aos visitantes uma excelente vista sobre o Rio Douro.

O seu principal objetivo é o de reforçar a oferta cultural e museológica da cidade do Porto, mas também o de enaltecer o potencial desta região em áreas estratégicas como o vinho, a indústria e o património. O projeto, classificado de Potencial Interesse nacional (PIN), “nasce ainda da ambição de aumentar a capacidade de atração turística do destino Porto numa lógica de sustentabilidade”.

Desta forma, esta iniciativa conta com seis experiências museológicas (Wine Experience, Planet Cork, Porto Region Across The Ages, The Bridge Collection, The Chocolate Story e Porto Fashion & Fabric Museum), nove restaurantes/bares/cafés, uma escola de vinhos e muitos espaços de vinhos. Três anos depois da apresentação do projeto, o World of Wine abre portas, com um investimento de 105 milhões de euros, refere a comunicação social.

Há um custo de entrada apenas para o acesso a cada uma das experiências museológicas, que vai desde os 14 aos 17 euros, contudo, o Wine Experience é o mais caro, pois inclui uma prova de vinhos. Existem, ainda, preços especiais para famílias e bilhetes multi-experience: a visita a dois museus tem o custo de 23 euros e pode ser feita num espaço de 48 horas. Quem pretender visitar três museus (alguns deles vão abrir de forma faseada nos próximos meses), já custa 30 euros, mas dispõe de dois meses para o fazer. Os bilhetes estarão à venda na loja online do Wow.

Sendo que se vivem tempos de pandemia, estes espaços culturais seguem as regras da Direção-Geral da Saúde e deverão trabalhar já 330 das 350 pessoas empregadas, de acordo com o jornal “Público”.

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