Pessoas com mobilidade condicionada vão poder aceder à estação de General Torres

A estação General Torres, em Gaia, vai dispor, até ao final do ano, de dois elevadores e escadas metálicas. A obra – da Infraestruturas de Portugal (substitui a Refer na gestão do património ferroviário) – é comparticipada pela câmara de Gaia e Metro com um prazo de execução de 120 dias.

As 80 escadas que separam as duas estações sempre foram um problema para as pessoas com mobilidade reduzida, por isso, no prazo de um ano, as obras prometem melhorar o acesso dos utentes à estação ferroviária e desta à rua, assim como a ligação entre as gares do comboio e do metro. A Linha Amarela do metro, à qual pertence a estação em causa, foi inaugurada em 2005 e em 2009 falava-se em projetos com vista a melhorar as condições do espaço, mas tal só se começa a concretizar agora.

Em comunicado, o presidente da câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, afirma que existe uma urgência na obra devido ao “estado muito degradado” da estação e ao incumprimento das regras de mobilidade para todos. O objetivo da obra, segundo o presidente, será “beneficiar as pessoas mais idosas, ou com mobilidade reduzida”. Ficou ainda no ar a possibilidade de “abertura do espaço a estabelecimentos comercias”, criando assim uma “dinâmica” em General Tores.

Os custos envolvidos são de 435 mil euros, divididos em partes iguais pelo município, a Metro e a Infraestruturas de Portugal. Prevê-se que a obra esteja pronta no último trimestre deste ano.

A estação de Gaia é a interface do comboio, com o metro do Porto. General Torres faz parte da linha do metro mais concorrida, a Linha Amarela, que liga Santo Ovídio ao Hospital São João.

Obras na estação General Torres, Gaia - abril 2017

Joana Magalhães

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