“Vinha dos sete anos”, uma nova marca criada no Douro

“O Homem sonha, a obra nasce” foi assim que nasceu a marca “Vinha dos sete anos”. Mónica Araújo é a impulsionadora deste recente projeto e já tem história para fazer e para contar.

Muito cedo emigrou para fora das portas do país, foi para a Bélgica, depois para a Espanha e agora regressou à terra natal, Marmelal (Armamar) para concretizar um sonho. Apaixonada pelo Douro, decidiu criar uma marca, aprender a arte da agricultura e lançar um novo vinho.

Para arrancar com o projeto foram necessários os dois hectares de terreno de produção própria, comprar uvas, “que foram muito caras este ano”, a produtores particulares e remodelar a pequena adega onde é feito todo trabalho. O investimento rondou os 40 mil euros.

A mão de obra é da Mónica e do marido. Na altura de mais trabalho – vindimas ou podas – contrata-se pessoal para trabalhar, mas também não é fácil já que “há muita falta de mão de obra no Douro”, lamenta a autora do projeto.

Este ano, está previsto que saiam para o mercado 9000 garrafas de vinho Doc. entre branco, tinto e rosé.

O estudo do mercado é uma aposta na exportação do vinho que vai além fronteiras e a primeira edição tem destino para Espanha e Bélgica. Por cá, fica na Figueira da Foz e Mealhada.

Mónica Araújo está convicta do trabalho que tem vindo a desenvolver e espera triplicar a produção do vinho “dos sete anos” dentro de cerca de três anos.

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