EM TELA: A cultura reestrutura o que o cinema inquieta

Hoje celebra-se o Dia Mundial Do Cinema e é claro que não poderíamos ficar indiferentes a esta data. Sendo a crónica “Em Tela” um espaço dedicado à crítica de todo o tipo de conteúdo cinematográfico (filmes, documentários, séries…), esta tem como objetivo dar ênfase ao grande contributo que o cinema tem para uma sociedade mais equilibrada. Por isso, a nossa missão não passa apenas pelas reviews de conteúdos, passa também por transmitir a importância que a cultura tem nas nossas vidas.

Claro que escrever sobre o cinema hoje é escrever e pensar nas modificações e no desenvolvimento que este tem tido ao longo dos anos, nomeadamente com as plataformas de streaming. Hoje, o cinema está em todo o lado e não só nas salas de cinema. Encontra-se nos nossos computadores e nos nossos telemóveis na hora de almoço. Mas não nos esqueçamos que ver um filme numa sala de cinema é muito mais do que estarmos em frente ao nosso computador: é uma experiência cultural única. Experiência essa da qual não saímos indiferentes.

O cinema não nos responde a nada: ele inquieta-nos e faz com que tenhamos mais questões. Deixa-nos confusos, por vezes, mas com vontade de perceber o que ali se passou. E são essas questões que nos fazem ir mais além com o objetivo de ter respostas. Respostas essas que muitas vezes encontramos noutros equipamentos culturais. O cinema é tão poderoso que nos inquieta e a arte preenche-nos de uma forma que só quem ama o cinema compreende a cultura.

O cinema é a arte mais completa do mundo da cultura porque consegue agregar todas as artes em si mesmo: o teatro, a música, a dança, o canto, a filosofia. É dessa mistura de artes que o cinema se faz uma arma extremamente poderosa nos dias de hoje.

O cinema é uma forma de informar e de mostrar a realidade de agora e do passado. O cinema é presente no passado e no futuro. Este consegue levar-nos a viajar onde nós quisermos. Em muitos conteúdos cinematográficos se caracteriza a invenção de uma máquina do tempo. Ingénuos os que ainda não perceberam que a nossa verdadeira máquina do tempo é o cinema e onde ele nos consegue levar. Em troca, temos de simplesmente acreditar e de estar predispostos para interpretar o que ele nos apresenta.

Assim é fácil viajar para onde quisermos.

EXTRA: Apesar da ausência dos últimos meses, escolhemos este dia especial para dar continuidade a esta crónica e para referirmos que iremos ter algumas novidades por aqui. Contamos convosco. Até já.

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