EM TELA: “Monsters” – O estranho caso dos irmãos Menendez

Os Irmãos Menendez, Em Tela

Recentemente saiu uma série na Netflix que nos fala sobre um caso de homicídio com mais de 30 anos. Os conhecidos “Irmãos Menendez” eram provenientes de uma família rica e viviam, na década de 80, em Beverly Hills, um condado visto como calmo, luxuoso e onde moram, ainda hoje, diversas figuras importantes de Hollywood. Tendo em vista esta descrição, a de uma família rica, perfeita e que vivia numa das mais prestigiadas zonas de Los Angeles, nada previa o que iria acontecer.

Apenas com 19 e 22 anos, os irmãos Menendez mataram, de uma forma chocante, os seus pais, num domingo à noite, enquanto estes descansavam ao ver televisão. Inicialmente, estes jovens tentaram fazer com que acreditassem que os seus pais tinham sido mortos pela máfia, contudo, tendo em conta o comportamento dos irmãos após o pior ter acontecido, a polícia decidiu que tinha de os investigar.

Passados sete meses chegou-se à conclusão que os irmãos Menendez teriam assassinado os pais, de uma forma fria e premeditada, contudo, a grande questão foi: quais os motivos que desencadearam este comportamento? Na série “Monsters” é-nos mostrado como tudo aconteceu, ao fazerem a recriação e encenação total da história. Esta é realmente uma narrativa que está a prender os jovens e a fazer com que nas redes sociais diversos conteúdos estejam ligados a este conteúdo cinematográfico.

Entretanto, há pouco mais de dois dias, estreou um novo documentário, onde, pela primeira vez, os irmãos Erik e Lyle falam, passados mais de 30 anos, sobre tudo o que se passou no “dia de terror” e sobre os que os motivou a cometer uma atrocidade tão grande. Os irmãos Mendendez encontram-se, atualmente, a cumprir uma pena de prisão perpétua sem direito a condicional e, apesar de não ser pelos melhores motivos, tornaram-se um dos casos mais famosos dos Estados Unidos da América.

Por fim, tenho de elogiar os atores que espelharam como era a vida desta família. Fizeram um trabalho simplesmente incrível, que podemos comprovar ao ver, posteriormente, o documentário.

Estrelas: 10 em 10

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