Orçamento do Estado chumbado. Janeiro traz eleições antecipadas

Foto: Ibrahim Boran/Unsplash

O Orçamento do Estado foi chumbado pelo Parlamento na votação da generalidade que decorreu a 27 de outubro. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, anunciou eleições antecipadas para janeiro.

Apenas o PS votou a favor do documento. PSD, BE, PCP, CDS-PP, PEV, CH e IL votaram contra e o PAN, Cristina Rodrigues (Ninsc) e Joacine Katar Moreira (Ninsc) abstiveram-se.

Face este cenário, Marcelo Rebelo de Sousa anunciou, na quinta-feira, dia 4 de novembro, que decidiu dissolver a Assembleia da República e marcar eleições antecipadas para 30 de janeiro.

Esta foi “a primeira vez em 45 anos de Assembleia da República” que o Orçamento do Estado não foi aprovado e a rejeição num “momento decisivo, em todo o mundo, para a saída duradoura da maior pandemia dos últimos cem anos e da crise económica e social que provocou”.

“É o único caminho que permite aos Portugueses reencontrarem-se, neste momento, com os seus representantes nacionais. Decidirem o que querem para os próximos anos, que são anos determinantes em efeitos da pandemia e em volume de fundos para reconstruir a economia e a sociedade. E escolherem aquelas e aqueles que irão, o mais rapidamente possível, votar o Orçamento que faz falta a Portugal”, rematou.

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