Covid-19: Saibam os cuidados a ter com o lixo produzido em casa

A Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu uma série de recomendações a ter com os resíduos produzidos em casa onde vivam pessoas infetadas com o Covid-19.

Em primeiro lugar, a pessoa infetada deve usar um caixote do lixo só para ela. O lixo produzido não deve ser calcado e o saco de plástico que o guarda deve ser preenchido apenas até dois terços da sua capacidade.

O saco deve ser bem fechado com um atilho, adesivo, ou com dois nós bem apertados e colocado no interior de um segundo saco, que deve ser fechado da mesma forma. Não deve ser retirado o ar ao saco.

Quanto às recomendações de proteção, a DGS aconselha a atar o primeiro saco de plástico com as mãos protegidas e, de seguida, a retirar as luvas corretamente, sem tocar na parte de fora, deitando-as para cima desse saco. As mãos devem ser lavadas em seguida. O próximo passo é atar o segundo saco e lavar de imediato as mãos, mais uma vez.

Os sacos do lixo do doente/quarentena devem ser logo levados para o contentor de lixo do prédio/rua e não devem ser separados para reciclagem nem colocados no ecoponto.

Ao levar o lixo para o contentor do prédio/rua, há também alguns cuidados a ter. Entre eles: não encostar o saco do lixo à roupa ou ao corpo, não usar a mão que leva o saco do lixo para abrir ou fechar portas, nem mexer em puxadores, interruptores de luz, botões do elevador e tampa do coletor coletivo de lixo doméstico do prédio/rua. No regresso a casa, não usar a mão que segurou o saco do lixo e lavar de imediato as mãos com água e sabão.

De acordo ainda com a DGS, as mãos devem ser lavadas com água e sabão durante, pelo menos, 20 segundos após qualquer manuseamento dos resíduos, caixotes do lixo (que devem ser lavados e desinfetados regularmente) ou contentores do lixo.

As máscaras, luvas e lenços devem ser colocados também no lixo comum, segundo refere a secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa.

No caso de pessoas não infetadas e sem suspeitas de Covid-19, os procedimentos de gestão dos resíduos domésticos são iguais aos de sempre, incluindo a reciclagem.

Quanto aos “monstros” (eletrodomésticos, sofás, etc,), a secretária de Estado aconselha a evitar colocá-los na via pública, nesta altura.

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